Congelar óvulos: qual a melhor idade para o procedimento?

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    Você já pensou em congelar óvulos? Esta é uma boa opção para as mulheres que desejam adiar a maternidade, mas querem manter as chances atuais de gravidez no futuro!

    Dessa forma, é possível planejar a gravidez para um momento mais oportuno e priorizar, antes, outros planos.

    Bom, se você pensa em ter filhos e está pesquisando sobre este assunto, certamente deve ter algumas dúvidas sobre como fazer o procedimento, até que idade é possível realizá-lo e porque optar pelo método.

    Continue a leitura. Hoje vamos explicar essas e outras questões!

    Congelar óvulos: tudo o que você precisa saber sobre a qualidade dos óvulos para tirar o sonho de ser mãe do papel!

    A busca por métodos alternativos de concepção e planejamento reprodutivo têm aumentado consideravelmente, sendo o congelamento de óvulos uma técnica muito requisitada. Ela consiste, primeiramente, no preparo do corpo da mulher através de hormônios que estimulam a produção dos óvulos.

     Esses óvulos são entao retirados e colocados em nitrogênio em temperatura muito baixa e podem ser fertilizados quando a mulher quiser, pois, não têm prazo de validade.

    Mas, para o procedimento ser bem-sucedido, é preciso estar atenta a algumas questões.

    Entenda.

    Qualidade dos óvulos e idade da mulher: qual a relação

    O relógio biológico feminino indica que antes dos 35 anos a gestação tem mais chances de acontecer naturalmente e sem riscos para a mãe ou para o bebê.

    Por outro lado, nem todas as mulheres planejam ou tem condição financeira de ter filhos antes dessa idade.

    Quando pensamos no congelamento de óvulos, a idade ideal para fazê-lo é o mais cedo possível, mas, dependendo da reserva ovariana da mulher, o congelamento é viável até depois dos 40 anos.

    As evidências científicas indicam que o congelamento de óvulos tem a melhor eficácia se feito antes dos 35 anos, pois neste momento a reserva de óvulos da mulher geralmente é maior, e após esta idade a chance do número de óvulos de boa qualidade  serem insuficientes aumenta consideravelmente.

    Mas, muito além da idade, há outros fatores que também interferem na taxa de sucesso do tratamento, como, por exemplo, a técnica usada para o congelamento e a condição clínica da paciente.

    O que devo fazer para saber se tenho boas chances de ter óvulos de qualidade?

    Ter óvulos de boa qualidade é imprescindível para fazer o congelamento. Portanto, repetimos que, quanto mais jovem for a mulher, mais chance ela tem de ter óvulos de boa qualidade.

    O ideal é que os óvulos estejam maduros para que sejam congelados, pois é nesse estágio da divisão celular que podem ser fertilizados e originar um embrião.

    No primeiro momento, há a estimulação dos folículos ovarianos através de injeções de hormônios, o que permite que eles amadureçam antes da coleta.

    O amadurecimento dos óvulos é acompanhado através de medição de dosagens hormonais e ultrassons. Após dez dias de estimulação hormonal, outra medicação é utilizada para deflagar a maturação final dos óvulos.

    Daí, após 35-36 horas, a coleta de óvulos deve ser feita. É somente quando os óvulos são retirados dos ovários que a sua qualidade morfológica e aptidão para fertilização futura pode ser determinada.

    Esse processo deve ser feito por uma equipe especializada e por um médico de confiança.

    Vale pontuar que é necessário que o processo seja acompanhado dia a dia, e que a paciente tenha uma relação de proximidade e confiança com o profissional para isso.

    4 motivos para você congelar óvulos

    Congelar óvulos é uma prática que ajuda muitas mulheres que querem adiar a gravidez. É um procedimento que tem se mostrado eficaz e pode ser feito por diversos motivos.

    Entenda quais são as razões que levam as mulheres com frequência à clínicas em busca desta técnica.

    Questões pessoais

    Grande parte das mulheres que optam por congelar seus óvulos fazem isso por falta de um parceiro, apesar de terem o desejo de serem mães. De qualquer forma, o congelamento também permite a possibilidade de ser mãe solo, a chamada maternidade independente, caso o parceiro ideal não apareça no futuro. Outros motivos pessoais são a prioridade por estabilização e ascensão profissional  e incerteza sobre o desejo de ser mãe no presente, porém insegurança em tomar a decisão pela maternidade no futuro em uma idade que já não tenha mais óvulos viáveis.

    Problemas de saúde

    Mulheres que possuem alguma condição de saúde com necessidade de realizar tratamentos que possam prejudicar a reserva ovariana como cirurgias para endometriose, tratamentos de câncer como quimioterapia e radioterapia ou tratamentos para doenças auto-imunes também podem se beneficiar do congelamento de óvulos. Esta técnica se torna uma boa opção para preservar o material genético e tratar as condições físicas antes da gestação.

    Fertilização in Vitro

    A mulher pode optar pelo congelamento de óvulos quando o parceiro não possui quantidade suficiente de espermatozoides para o tratamento de fertilização in vitro. Assim, os óvulos gerados durante a indução ovariana não são desperdiçados e pode ser optado pelo tratamento do parceiro para melhora da qualidade seminal e posterior fertilização, ou não havendo esta alternativa, pelo uso de um sêmen de doador.

    Congelar óvulos excedentes

    Quando é feita a indução ovariana para o tratamento de fertilização in vitro, gera-se uma quantidade alta de óvulos saudáveis e há a intenção de engravidar novamente, eles podem ser congelados e fertilizados em outra oportunidade.

    Assim, não há “desperdício” do material e não há a formação de quantidade grande de embriões excedentes, fato este que poderia gerar questões éticas sobre seu destino caso o casal já tenha conseguido o número de filhos desejado e não pretenda utilizar mais embriões em um tratamento futuro.

    Congelar óvulos é uma ótima opção para lidar com os diferentes tipos de demandas e necessidades que uma mulher ou casal tenham em relação à reprodução assistida.

    Portanto, nos diga: em que caso você se enquadra?

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