Inseminação Artificial: 5 custos para realizar o procedimento

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    A inseminação artificial (IA) ou Inseminação Intra-uterina (IIU) é uma técnica de reprodução assistida indicada para casais que sofrem com graus leves de infertilidade.

    Essa técnica é bem simples e foi utilizada pela primeira vez pelos árabes no ano de 1332 com o intuito de inseminar equinos. Na década de 1970 ela já era bastante difundida no ocidente, mas de forma imprecisa, o que resultava em uma baixa taxa de sucesso.

    Com a chegada da fertilização in vitro, a IA ficou um pouco de lado, mas com mais investimento em estudos na área da reprodução assistida, esse procedimento foi aprimorado e é bastante utilizado atualmente.

    Deseja saber mais sobre o assunto? Então este artigo é para você!

    Continue a leitura para descobrir como é feita a inseminação artificial, para quem essa técnica é indicada e quais são os cinco custos envolvidos no tratamento.

    Inseminação artificial: para quem o procedimento é indicado e são os custos envolvidos

    Se você está considerando realizar um tratamento de fertilidade, o primeiro passo para se informar sobre o tema é conhecer cada etapa do procedimento.

    Vamos lá?

    Passo a passo inseminação artificial: as 5 etapas

    • 1º Passo – Consulta Inicial: este é o ponto de partida para todas as pessoas que desejam realizar algum tratamento de fertilidade. Nesta consulta, o médico avalia a saúde reprodutiva do casal e dá o parecer a respeito de qual procedimento é o mais indicado.

    • 2º Passo – Estimulação ovariana: se o médico indicar a realização da IA é feito o tratamento, que começa com a estimulação ovariana, através de medicamentos hormonais que impulsionam o desenvolvimento folicular. Nesta etapa, é feito o acompanhamento através de ultrassom e medição dos níveis hormonais no sangue.

    • 3º Passo – Indução da ovulação: quando os folículos atingirem o tamanho ideal, é administrada uma injeção de HCG que induz  a maturação do óvulo e a sua liberação. Assim, a IA ocorrerá 36 horas após essa etapa.

    • 4º Passo – Preparação do sêmen: duas horas antes da IA é realizada a coleta do sêmen, que será processado em laboratório para permitir que a amostra seja injetada na cavidade uterina, possibilitando a fertilização do(s) óvulo(s) liberado(s).

    • 5º Passo – Inseminação Artificial: com o auxílio de um cateter, os gametas masculinos serão inseridos na cavidade uterina para que ocorra a fecundação. Cerca de 14 dias depois é realizado o exame para confirmar a gravidez.

    Por ser um procedimento de baixa complexidade, no qual a fecundação do óvulo ocorre naturalmente, as taxas de sucesso são menores quando comparadas com a Fertilização in Vitro (FIV). Porém, elas são superiores em contrapartida à fertilização natural!

    Na IA a chance de gravidez bem-sucedida é de 15% a 20%, a depender de fatores como a idade da mulher e a qualidade do sêmen. Já a fertilização in vitro pode ter uma chance de sucesso superior a 60%, dependendo também de diversos fatores.

    Agora que você já conhece todos os detalhes sobre o tratamento, vamos entender para quem ele é indicado.

    Inseminação artificial: para quem o procedimento é indicado

    A inseminação artificial é um procedimento de complexidade inferior à fertilização in vitro, por isso não é indicada para todos os casos de infertilidade.

    Ela é eficiente em casos mais leves, como quando o homem apresenta algum problema de ejaculação ou alterações seminais leves, tal qual a baixa quantidade de espermatozoides.

    Há, também, forte indicação para mulheres com menos de 35 anos que desejam uma produção independente ou que tenham irregularidades no ciclo menstrual.

    Casais homoafetivos femininos e casais sem causa de infertilidade aparente também podem se beneficiar do tratamento.

    Os 5 custos envolvidos no tratamento de inseminação artificial

    A IA envolve menos etapas do que a FIV, por isso o seu valor é bem menor. Mas, ainda assim existem gastos que precisam ser pontuados, que são:

    1. Consulta inicial com o médico especialista para a análise de exames que o casal deve realizar previamente;

    2. Tratamento de estimulação ovariana;

    3. Procedimento de indução a ovulação;

    4. Manipulação do sêmen em laboratório;

    5. E, por fim, a própria inseminação artificial.

    Esses são os cinco principais custos envolvidos nesse tipo de tratamento de fertilidade.

    Vale ressaltar que, para ter maiores taxas de sucesso, é necessário que ele seja realizado por um corpo clínico composto por um médico especialista, enfermeiros e técnicos capacitados!

    Nos valores cobrados pelo procedimento, estão inclusos os custos dos insumos utilizados, a manutenção dos equipamentos de ponta que estão envolvidos em cada uma das etapas, bem como da infraestrutura da clínica de reprodução humana.

    E, nunca se esqueça: ao optar por um tratamento de fertilidade, o mais importante a ser avaliado não é o custo e sim os benefícios que ele pode trazer para a sua vida.

    Gostou de saber mais sobre a inseminação artificial? Continue no nosso blog para ter acesso a mais conteúdo como esse!

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