Não basta ser pai tem que participar!

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    Neste mês de agosto quando comemoramos o dia dos pais decidi escrever sobre o lado masculino da fertilidade. Quando o assunto é gravidez os homens geralmente se sentem um pouco deslocados, o que é natural. Vejo também que esse sentimento os acompanha nas consultas com ginecologista para planejar a futura gravidez e se torna mais forte quando ocorre alguma dificuldade para engravidar.

    É muito comum na primeira consulta aqui na clínica a mulher chegar com uma pilha de exames e o homen trazer somente um espermograma ou muitas vezes nem isso. O sentimento que fica para eles é de desvalorização e muitos até comentam: “Nossa a minha participação em tudo isso é quase nada!”ou “Fico com pena da minha mulher que faz tudo isso e eu só fico olhando”.

    Puro engano! A participação masculina é fundamental e cada vez mais a ciêncasal-felizcia reprodutiva tem pesquisado e concluído que o espermatozoide é de extrema importância não só para formação do embrião, mas também para a sua fixação e implantação.

    Existem diversos outros exames para avaliar a fertilidade masculina além do espermograma, dentre eles análises genéticas seminais, hormônios sanguíneos e ultrassons de testículos e vias seminais. Sem contar que o suporte emocional para a sua companheira é de extrema importância neste momento tão delicado. Sem o carinho, atenção e dedicação do futuro papai tudo se torna mais penoso e estressante.

    Assim, em minhas consultas costumo brincar que a frase clichê “Não basta ser pai tem que participar” é mais que oportuna e deve ser levada a risca em um tratamento para engravidar.

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    Dra. Claudia Gomes Padilla, especialista em reprodução assistida do Grupo Huntington.

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