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    Durante minhas breves férias retornei a minha amada Recife para, além de não descansar (sempre volto cansado das férias), rever familiares e amigos. Faz bem para alma e para o coração. Numa destas confraternizações encontrei várias amigas e, para minha surpresa, ainda mais bonitas (não posso falar o mesmo dos amigos). Algumas delas ainda solteiras devido a imersão no trabalho e, claro, o assunto veio para o lado da reprodução humana.

    Fiquei incrédulo com a falta de informação e real desconhecimento sobre o que temos a disposição para avaliarmos a fertilidade hoje em dia. A medicina avança rápido demais. E comentei da necessidade urgente de realizar exames para avaliar fertilidade e, pensar, em talvez até mesmo congelar óvulos. Não dá para descrever a ebulição da mesa. Um assunto palpitante e mulheres querendo saber o quanto de corda ainda tinham em seus relógios biológicos.

    A conversa foi muito interessante e produtiva. Parecia que estava trabalhando. Dados estatísticos, trabalhos sendo discutidos pelo celular e mostrando o que há de mais interessante hoje nesta área.

    Elas ficaram maravilhadas em saber que na clinica disponibilizamos de consultas para mulheres ou casais que ainda não tem interesse reprodutivo, mas querem saber como anda a sua “capacidade” em poder ter filhos. Acho que é um serviço quase que essencial hoje saber como a relação Tempo x Reserva Ovariana anda. Não dá para viver sem.

    Sai da nossa confraternização com várias certezas: Voltar a recife é um elixir vital para mim, os homens estão muito gordos e carecas, as meninas lindas como nunca e que a reprodução humana não vai sair mais da vida das pessoas. Informação e iniciativa é tudo!

     

     

     

    Dr. Vamberto Maia Filho, especialista em reprodução assistida do Grupo Huntington.

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