FIV e Inseminação Artificial: passo a passo do seu tratamento na Huntington

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    FIV (Fertilização in vitro) e Inseminação Artificial são os dois tratamentos de fertilidade mais procurados na atualidade. Embora tenham as suas similaridades, existem grandes diferenças entre os métodos.

    Aliás, ainda há muita dúvida a respeito de como funciona cada um dos processos. Isso é um problema, pois a falta de informação dificulta que os pacientes tenham uma ideia correta sobre qual é a melhor opção para o seu caso.

    Pensando em esclarecer este tema, no post de hoje nós da Huntington comentaremos o passo a passo de cada um desses procedimentos, bem como as suas diferenças e indicações.

    Boa leitura!

    O que é o tratamento de Fertilização in Vitro

    Para escolher entre FIV e Inseminação Artificial é necessário conhecer as peculiaridades de cada um desses métodos. Mas, antes de entrar nesse assunto, vamos recapitular alguns aspectos básicos da reprodução humana.

    Para gerar uma vida, é necessário que o espermatozóide fecunde o óvulo. Esse encontro naturalmente ocorre nas tubas uterinas. Desse modo, o gameta masculino precisa nadar até lá.

    Entretanto, por inúmeros fatores, muitas vezes isso não ocorre, sendo necessário recorrer a tratamentos, como a Fertilização in Vitro. No procedimento, os gametas são coletados e incubados em laboratório para que a fecundação ocorra nesse ambiente.

    Vamos conhecer com detalhes esse processo!

    Conheça os 5 passos para a realização da FIV

    A Fertilização in Vitro é um tratamento de alta complexidade, com várias etapas. Confira cada uma delas!

    1º Passo – Estimulação ovariana

    O tratamento em si, inicia com a terapia de estimulação ovariana, com o uso de medicamentos hormonais. O intuito aqui é fazer com que os ovários produzam a maior quantidade de óvulos possível.

    O desenvolvimento dos folículos ovarianos é acompanhado de perto. Isso é feito através de exames de ultrassonografia e de sangue para medir os níveis do hormônio estradiol.

    2º Passo – Coleta dos gametas

    Quando os folículos ovarianos estiverem maduros será realizado uma medicação que estimula a ovulação, o HCG.

    A coleta dos óvulos se dá por um procedimento chamado de punção ovariana e ocorre em centro cirúrgico com sedação leve. Nesta etapa, os espermatozoides também são coletados ou importados via banco de gametas.

    Por fim, após a coleta, os gametas de melhor qualidade são selecionados para a próxima etapa.

    3º Passo – Fertilização dos óvulos

    Como nós já adiantamos, a fecundação se dá em laboratório.

    Ali, os gametas são incubados em uma placa de Petri contendo um meio que reproduz o ambiente uterino. Dessa forma, o encontro entre o óvulo e o espermatozoide ocorre espontaneamente.

    4º Passo: Transferência dos embriões

    Cerca de 1 a 5 dias após a fecundação, os embriões já começaram a se desenvolver. A partir daí, é feito o preparo do útero para implantação dos embriões. Posteriormente, os embriões são transferidos.

    5º Passo: Exame para verificar se a FIV foi bem-sucedida

    Esta é a etapa na qual os pacientes ficam mais ansiosos: o exame para verificar a gestação, que ocorre cerca de 14 dias após a transferência.

    Vamos agora conhecer as peculiaridades da IA!

    O que é o tratamento de Inseminação Artificial

    A principal diferença entre FIV e Inseminação artificial é que na segunda, a fecundação ocorre naturalmente, na cavidade uterina da paciente.

    Esse método coleta o gameta masculino e com o auxílio de um cateter introduz os espermatozoides no útero.

    Vejamos mais detalhes sobre esse processo.

    Conheça os 4 passos para a realização da Inseminação Artificial

    Acompanhe o passo a passo da Inseminação Artificial!

    1º Passo – Estimulação ovariana:

    Como você pôde perceber, a FIV e Inseminação Artificial têm suas similaridades.

    O tratamento começa da mesma forma, com a estimulação ovariana, através de medicamentos hormonais para impulsionar o desenvolvimento folicular.

    O acompanhamento também é simples: por meio de ultrassom e medição do nível de estradiol no sangue. Assim, quando os folículos atingirem o tamanho ideal é administrada uma injeção contendo hormônios que estimulam a ovulação.

    2º Passo – Coleta dos gametas masculinos

    Pouco antes da Inseminação Artificial é realizada a coleta do sêmen.

    Agora, as células reprodutivas serão manipuladas em laboratório para selecionar os espermatozoides com maior capacidade de fertilizar o óvulo.

    3º Passo – Inseminação Artificial

    Por fim, chegamos ao tratamento propriamente dito. Com o auxílio de um cateter, os gametas masculinos serão inseridos na cavidade uterina para que ocorra a fecundação.

    4º Passo: Exame para verificar se a IA foi bem-sucedida.

    E, novamente, a etapa de maior nervosismo, a espera pelo resultado. O exame para verificar o sucesso da gestação ocorre cerca de 14 dias após a transferência.

    Agora que você conhece as similaridades, entenda quais são as diferenças entre os tratamentos e as indicações para a FIV e para a inseminação artificial.

    FIV e Inseminação Artificial: quais as diferenças e quais as indicações para cada uma delas

    As diferenças entre FIV e Inseminação Artificial estão basicamente na forma como ocorre a fecundação. Inclusive, é por esse motivo que a FIV tem maior taxa de sucesso, podendo ser superior a 40%, enquanto a IA tem de 15 a 20% de probabilidade.

    As indicações para os tratamentos também diferem.

    Mulheres com obstrução das tubas uterinas, devido a endometriose, por exemplo, devem realizar a FIV. Nos casos de homens com problemas graves de mobilidade de espermatozoides também se deve optar pela FIV.

    A IA é indicada para pessoas que não possuem diagnóstico de infertilidade ou que apresentam problemas leves do sistema reprodutor, como mulheres com disfunções no ciclo menstrual ou homens com problemas de ejaculação.

    De toda forma, para escolher entre FIV e Inseminação Artificial é necessário realizar uma consulta com um especialista em reprodução humana. Afinal, ele entende do assunto e poderá orientar com mais precisão cada caso.

    Gostou de saber mais sobre o tema? Se sim, você irá gostar do nosso artigo sobre como escolher uma clínica de reprodução assistida.

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